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Guia Descomplicado Sobre o Novo Acordo Ortográfico

Desde 2016 o Novo Acordo Ortográfico é obrigatório na Língua Portuguesa. Mas você ainda tem dúvidas em relação ao que realmente mudou? Lê, lê, porém não consegue compreender como aplicar as novas regras?

Então este post é para você. Nós desenvolvemos um guia especial para que você entenda de uma vez por todas, quais foram as mudanças desse tal Novo Acordo Ortográfico. Venha Conferir!

Para começar, caso ainda não tenha visto na íntegra, você pode baixar o Novo Acordo Ortográfico clicando aqui.

Por que Fazer um Novo Acordo Ortográfico?

Aqui no Brasil o Acordo Ortográfico passou a ser obrigatório a partir do ano de 2016, mas esse tratado foi assinado em 1990.

Para quem não sabe, o Novo Acordo Ortográfico foi um ato que busca a padronização da ortografia dos países de Língua Portuguesa: Angola, Brasil Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

Isso quer dizer que toda Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) assinaram um documento em que acordaram sobre padronizar a escrita da Língua Portuguesa.

Cada país determinou uma data para implementação da nova reforma ortográfica, aqui no Brasil, a princípio seria em 2013, mas o governo mudou a sua decisão e optou por torná-la oficialmente obrigatória em janeiro de 2016.

Apesar da reforma ortográfica já não ser mais tão nova assim, ainda existe muita dúvida em relação às mudanças que ocorreram. Por conta disso, decidimos explorar o documento do Acordo Ortográfico e trazer em detalhes e de forma descomplicada tudo o que foi alterado.

Continue com a gente para se tornar expert no Novo Acordo Ortográfico e nunca mais esquecer como ele realmente funciona.

Quais Foram as Mudanças?

As alterações da Língua Portuguesa foram bastantes significativas, podendo observá-las desde no alfabeto até a queda de acentos.

Mudança no Alfabeto

Quem se lembra dos primeiros anos do Ensino Fundamental? Em toda sala tem as letras do alfabeto colada na parede acima do quadro. E todos os dias a professor utilizava uma régua para apontar a todas elas e pedir para turma entoar o nome da representação escrita.

A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, K, L, M, N, O, P, P, Q, R, S, T, U, V, W, X, Y, Z.

Ao final de toda pronunciação e assimilação com palavras e imagens, a professora explicava que apesar de usarmos palavras com as letras K, W, e Y, elas não faziam oficialmente parte da Língua Portuguesa. Sendo o alfabeto composto por 23 letras, somente.

Agora com o Novo Acordo Ortográfico, o alfabeto passa a ter o total de 26 letras, sendo K, W e Y reconhecidas.

Essa foi uma decisão importante a ser tomada, pois, por exemplo, existem símbolos de unidades de medida com k, como:

  • km (quilômetro)
  • kg (quilograma)

Essa alteração também deu espaço para o reconhecimento de algumas palavras estrangeiras e suas derivações:

  • Show
  • Playboy
  • Kung fu

E até mesmo nomes próprios:

  • William
  • Yasmin
  • Wilson

Queda do Trema

Há quem diga que essa foi a melhor mudança que o Novo Acordo Ortográfico poderia estabelecer. Quem aí lembra dos dois pontos acima da letra U em palavras como lingüiça? Qual era o aluno que lembrava de colocar esse tal de Trema?

Enfim, para a alegria de muitos, o Trema já não é mais obrigatório, alterando a escrita de palavras como:

  • bilíngüe
  • freqüente
  • tranqüilo
  • lingüiça
  • agüentar

Agora você pode ignorá-lo à vontade, só precisa se atentar sobre as palavras estrangeiras, pois essas não podem ser modificadas, pois a mudança foi para a Língua Portuguesa não para qualquer língua estrangeira.

Veja uns exemplos de palavras que usamos e o Trema precisa ser adicionado:

  • müller
  • mülleriano

Mas calma porque essa regra é fácil de se lembrar. Palavras da língua portuguesa não tem Trema, palavras estrangeiras têm, veja se não é simples.

Mudança na Acentuação

A Acentuação foi uma das maiores mudanças deste Novo Acordo Ortográfico, também é a que mais causa dúvida para os brasileiros, pois existem diversas exceções.

Mas agora vamos te explicar de modo que você nunca mais esqueça. Está pronto?

Ditongos abertos em paroxítonas

Agora as palavras que possuem ditongos abertos em paroxítonas não recebem mais pontuação.

Tá, essa explicação não facilita muito, primeiro é preciso relembrar o que é um ditongo aberto e uma paroxítona.

Ditongo é a junção de duas vogais pronunciadas em uma só sílaba. E o fato de elas serem abertas, quer dizer sobre a sua pronunciação é feita abertamente (mais oral), assim como você pronuncia em pai e caixa.

Comparado a palavras como mãe, loiro e noite que também possuem duas vogais na mesma sílaba, você consegue perceber que essas a pronunciação é mais fechada (nasal), sendo elas de ditongo fechado.

Além dessa regra, para que a palavra perca a acentuação, ela precisa se encaixar em outra característica, a de ser paroxítona.

Paroxítona é um termo utilizado para descrever palavras que tenham a penúltima sílaba mais forte, como herói, troféu e papéis.

Agora veja algumas palavras que entram nessas duas regras e, portanto, perderam suas acentuações no Novo Acordo Ortográfico:

  • ideia;
  • plateia;
  • asteroide
  • estreia

Ficou mais fácil de entender? Então vamos passar para outra mudança que será mais fácil ainda para entender, já que agora relembramos os termos ditongo e paroxítona.

Paroxítonas acentuadas depois de ditongo

Quando a palavra for paroxítona e tiver uma sílaba tônica U ou I acentuado e após um ditongo, essa palavra não será mais acentuada, entendeu?

Venha ver algumas palavras que entram nessa regra:

  • cauila
  • baiuca

Palavras terminadas em “eem” e “oo(s)”

Essa regra é ainda mais fácil, não tem, porém, se você ver qualquer palavra terminada em “eem” e “oo(s)”, ela não receberá o acento circunflexo, o famoso chapéu do vovô, que antes o acompanhava.

Todas essas palavras perderam o acento:

  • abençoo
  • creem
  • doo (verbo doar)
  • enjoo
  • veem (verbo ver)

É tão fácil que nem precisa de tantas explicações, temos certeza que já podemos passar para uma outra explicação. Certo?

Acento diferencial

Não adianta em todas as línguas possuem uma regrinha ou exceção meio complicada de se entender, é o caso do acento diferencial.

O acento diferencial já existia antes da reforma ortográfica, o caso aqui é que alguns desses acentos deixaram de existir, e o pior, não existe um porquê dessa mudança, por isso, para não errar será necessário decorar quais palavras não têm mais acentos.

Palavras que depois da reforma ortográfica não possuem acento diferencial:

  • pára (do verbo parar)
  • para (preposição)
  • péla (do verbo pelar)
  • pela (por + a)
  • pólo (substantivo)
  • polo (contração fora de uso de por + lo)
  • pélo (do verbo pelar)
  • pêlo (substantivo sinônimo de cabelo)
  • pêra (fruta)
  • pera (preposição fora de uso)

Ufa, ainda bem que não são muitas palavras igual àquela terrível tabela de verbos irregulares da língua inglesa, não é mesmo? Assim fica mais fácil de decorar.

Palavras com acento diferencial que não se alteraram com o Novo Acordo Ortográfico:

  • pôr (verbo)
  • por (preposição)
  • pôde (verbo no passado)
  • pode (verbo no presente)
  • têm (verbo no plural)
  • tem (verbo no singular)
  • vêm (verbo no plural)
  • vem (verbo no singular)
  • mantêm (verbo no plural)
  • mantém (verbo no singular),
  • convêm (verbo no plural)
  • convém (verbo no singular)
  • detêm (verbo no plural)
  • detém (verbo no singular)
  • intervêm (verbo no plural)
  • intervém (verbo no singular).

Acento opcional

Essa “regra” é bem específica, pois contempla somente uma palavra forma. Como ela tem dois sentidos, pois aconselhável que usasse a palavra forma (sem acento) quando o sentido estiver relacionado ao formato e a palavra fôrma (com acento) para indicar a fôrma de bolo.

Como a própria regra diz, o acento é opcional, mas recomendável, principalmente quando as duas palavras forem usadas em uma única frase: A forma da fôrma do bolo era redonda.

Arguir e redarguir no Presente do Indicativo

Presente do indicativo é um tempo verbal que indica uma ação que ocorreu no momento da fala, exemplo: Eu estou muito feliz.

Mas essa regra é específica para duas palavras: arguir, que para quem não sabe o que significa é: “alegar como prova ou razão” ou “acusar ou qualificar (alguém) de” e redarguir que significa “dar resposta, argumentando” ou “lançar acusação em resposta a; recriminar”.

A partir da nova mudança, não se usa mais o acento agudo na letra u tônica das conjugações dos verbos redarguir e arguir no presente do indicativo.

Muito estranha essa regra, não é mesmo?

Pronúncia diferenciada

A última regra relacionada a acentuação dependerá de como você pronuncia um verbo. Isso mesmo, você não leu errado, ela depende da maneira que você fala a palavra.

Por exemplo, nos verbos terminados em “guar”, “quar” e “quir”, o uso ou não uso do acento em suas formas do presente do indicativo, presente do subjuntivo e do imperativo depende da maneira como se pronuncia a palavra.

Palavras pronunciadas com letra “a” e “i’ tônicos precisam ser acentuadas. Veja duas delas:

  • Verbo enxaguar: (eu) enxáguo, (tu) enxáguas, (ele) enxágua, (eles) enxáguam, etc.
  • Verbo delinquir: (eu) delínquo, (tu) delínques, (ele) delínque, (eles) delínquem, etc.

Agora palavras pronunciadas com a letra ‘u’ tônico não são acentuadas, como:

  • Verbo enxaguar: enxaguo (pronunciada como enxagúo), enxaguas (pronunciada como enxagúas), enxagua (pronunciada como enxagúa), etc.
  • Verbo delinquir: delinquo (pronunciada como delinqúo), delinques (pronunciada como delinqúes), delinque (pronunciada como delinqúe), etc.

Aqui no Brasil a pronúncia mais usual é a primeira opção mostrada, isso significa que as palavras em questão devem ser acentuadas.

Seria essa uma regra desnecessária? Bem, mas foi adicionada no Novo Acordo Ortográfico e você precisa lembrá-la.

Respira, agora falta você saber somente as mudanças que ocorreram com o Hífen, vamos lá, está no final.

Hífen

O uso do hífen foi modificado em diversas maneiras, mas nós falaremos sobre todas elas, assim você não precisará se preocupar em não descobrir quais foram TODAS as mudanças do Novo Acordo Ortográfico.

Palavras iniciadas com H

Começamos com uma bem fácil para você se animar. Ela é muito simples, é o seguinte: Palavras com prefixos (mini, super, etc) e com a segunda palavra iniciada com a letra “h” (herdeiro, herói, humano, etc) sempre utilizará hífen:

  • anti-higiênico
  • co-herdeiro
  • super-homem

Para essa regra há uma pequena exceção para a palavra “subumano”. Veja que na junção do prefixo “sub” mais “humano” a palavra/elemento humano perde o H, o que significa que ela não é separada por um hífen.

Vai dizer que essa regra não é fácil?

Vogais diferentes

Foi determinado na nova regra ortográfica que quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal com que se inicia a segunda palavra/elemento o hífen não será mais necessário.

Espera, ficou confuso? Veja se com exemplos você entende melhor.

A palavra aeroespacial é formada pela preposição “aero”, essa proposição termina com a letra “o”, certo? Bem, depois disso vem a palavra “espacial”, essa que começa com a letra “e”.

Como a vogal que finaliza a preposição “aero” não é a mesma que começa a palavra “espacial”, não se utiliza o hífen porque elas são diferentes.

Veja essa mesma regra em outras palavras:

  • agroindustrial
  • autoestrada
  • infraestrutura

Nessa regra também há uma exceção, agora para o prefixo “co”. Esse prefixo se junta com a segunda palavra mesmo que ela se inicie com a mesma letra, no caso a letra “o”:

  • coordenar
  • cooperar
  • cooperação

Essa regra é um pouco mais complexa, mas logo você pega a prática e consegue entender mais facilmente.

Consoante inicial diferente de R ou S

Essa regra é bem parecida com uma que já explicamos por aqui. Quando o prefixo terminar em vogal (a,e,i,o,e) e a segunda palavra/elemento iniciar com um consoante que não seja R ou S, aí não usa-se hífen.

Vamos ver um exemplo com a palavra semicírculo.

A palavra semicírculo é formada pelo prefixo “semi” (que termina com a letra “o”) e a palavra “círculo” (uma palavra que começa com “c”).

Sendo assim, o prefixo termina com vogal “i” e a consoante da segunda palavra com a letra “c”, não “r” nem “s”. Por isso não se usa hífen.

O mesmo acontece nas seguintes palavras:

  • autopeça
  • geopolítica
  • ultramoderno

Só não esqueça que o prefixo “vice” não entra nessa regra. Qualquer palavra antecedida pelo prefixo “vice” obrigatoriamente recebe o hífen. Até rimou.

  • vice-presidente
  • vice-governador
  • vice-almirante

Consoante inicial R ou S

Essa regra é como que uma continuação da regra anterior, pois também está relacionado as letras R e S.

O prefixo que termina com vogal e a segunda palavra/elemento inicia com R ou S, essas letras são duplicadas e não se adiciona o hífen.

Na palavra minissaia veja que ela é formada pelo prefixo “mini” e o elemento/palavra “saia”, e o prefixo termina em vogal “i”, no caso, já a segunda palavra começa com S, então o S é duplicado e a palavra em sua forma final fica Minissaia.

Essa regra é fácil de entender, mas separamos outros exemplos para que você consiga gravar melhor:

  • antirrábico
  • biorritmo
  • microssistema

Vogais iguais

Outra regra fácil de se entender é a de vogais iguais. Funciona da seguinte forma: Quando o prefixo acabar com a mesma vogal que a segunda palavra/elemento começa, você sempre vai utilizar o hífen.

Veja no exemplo:

Na palavra contra-ataque o prefixo “contra” termina com a mesma vogal que a segunda palavra “ataque” começa, que é a vogal ‘a”. E por isso a palavra precisa de hífen. Viu só como é compreensível.

Agora, vamos te mostrar outras palavras como exemplos.

  • anti-inflamatório
  • micro-ondas
  • auto-observação

Consoantes iguais

Nessa regra, o prefixo que terminar com consoante, e tiver a segunda palavra/elemento iniciada com a mesma letra, usa-se o hífen.

Para exemplificar essa regra, nós podemos utilizar a palavra inter-racial, que tem o prefixo “inter” o qual termina com ‘r” e a palavra “racional”, que começa com “r”. Ao juntar o prefixo inter mais a palavra racial fica inter-racial, com o hífen entre elas.

Outros exemplos que seguem a mesma regra são:

  • sub-bibliotecário
  • super-resistente
  • super-romântico

Fazia tempo que não aparecia nenhuma exceção, mas para compensar essa tem algumas. Respira fundo e venha aprender mais um pouco com a gente.

A primeira exceção trata sobre o prefixo ‘sub”, que se usa o hífen mesmo em palavras iniciadas com “r”:

  • sub-região
  • sub-regimento

Outros prefixos que possuem exceções a essa regra são “circum” e “pan”. Neles também se utiliza o hífen se a segunda palavra começar com as letras “m”, “n” ou vogais. Como:

  • circum-navegação
  • pan-americano

Consoante com vogal

Essa regra é simples de entender. Quando o prefixo termina em consoante a o segundo elemento/palavra inicia com vogal, você não usa o hífen.

Como acontece na palavra hiperacidez, ela é formada pelo prefixo “hiper” o qual termina com o consoante “r” mais a palavra “acidez” que começa com a vogal “a”, por causa disso ela não recebe hífen.

Assim como as palavras:

  • hiperativo
  • superexigente
  • superinteressante

Conseguiu entender? Vamos para a próxima regra.

Hífen obrigatório

O Novo Acordo Ortográfico também irá dizer que a utilização para alguns prefixos é obrigatória. Sendo eles:

  • ex
  • sem
  • além
  • aquém
  • recém
  • pós
  • pré
  • pró

Então toda vez que você quiser utilizar algum desses prefixos, não esqueça de adicionar o hífen, caso contrário, sua palavra estará com errada.

Aqui, você precisará decorar, não tem jeito. Para ajudar, vamos listar algumas palavras:

  • ex-aluno
  • sem-terra
  • além-túmulo
  • recém-casado
  • pós-graduação
  • pré-adolescente
  • pró-europeu

Hífen em sufixos tupi-guarani

Nessa regra sufixos de origem tupi-guarani, açu, guaçu e mirim precisam ter hífen.

Veja que agora não se trata de prefixo, mas sufixo. Isso significa que se trata da parte final da palavra.

Veja alguns exemplos:

  • amoré-guaçu
  • anajá-mirim
  • capim-açu

Apesar de palavras poucas utilizadas, é importante saber de todas as regras.

Encadeamentos vocálicos

Foi estabelecido pelo Novo Acordo Ortográfico que se deve usar o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se conversam para formar encontros vocálicos.

Então se por acaso as palavras unificadas não formarem uma nova palavra, deve-se utilizar o hífen, assim como em:

  • Rio-Niterói
  • Rio-São Paulo
  • Sampa-Sul

Usualidade

A penúltima regra é para aquelas palavras usuais na língua portuguesa, que, conforme o Novo Acordo Ortográfico estabelece, não devem ser mais escritas com hífen.

Veja alguns exemplos:

  • girassol
  • paraquedas
  • paraquedista
  • pontapé

Separação silábica

Sabe quando você está no final da linha e precisa separar as sílabas da palavra para que ela vá para outra linha? Então, essa regra deixa claro como fazer isso com palavras que já possuem o traço (-) representando o hífen, mas que também precisam de um traço para representar essa divisão de sílabas.

Se no final da linha a separação de uma palavra ou combinação de palavras coincidir com o hífen, ele deve ser repetido na linha seguinte.

Veja alguns exemplos abaixo para entender melhor esse conceito.

Exemplo 1:

Na cidade contava

se que ele queimou a biblioteca

Exemplo 2:

O diretor recebeu os ex

alunos alegremente.

Depois de tantas regras finalmente acabou. Não parece, mas as mudanças do Novo Acordo Ortográfico foram bastantes significativas, algumas simples outras, mais complexas, não é mesmo?

Mas agora que você tem esse guia descomplicado e completo, você pode consultá-lo em qualquer momento, até lembrar de todas as regras e se transformar em um expert do Acordo Ortográfico.

E para ajudar ainda mais nesse objetivo, veja também os vídeos do Professor de Português Noslen. Ele explica o conteúdo de maneira divertida e transforma o aprender em um momento de descontração.

Depois nos conte sobre o que achou do conteúdo e dessa dica extra que deixamos aqui para você. Tudo bem?

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O material aqui disponibilizado sobre o novo acordo ortográfico está bem explicativo e a linguagem bem fácil de ser compreendida e interpretada. Nós agradecemos.

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