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RESUMO: O PRÍNCIPE DE MAQUIAVEL

Resumo do livro O Príncipe de Maquiavel

Ser o chefe de um Estado e governá-lo requer uma série de qualidades inerentes ao nobre cargo. Muitas virtudes podem tornar uma pessoa ótima para o exercício do cargo, porem não a torna necessariamente competente a um posto de tal importância. Todas as ações e idéias correspondentes a esta incumbência foram reunidas por Maquiavel há mais de cinco séculos atrás. O livro intitulado Príncipe é considerado o manual dos governantes.

Os meios de conquistar e manter o poder são de vital importância para um príncipe. Pois são estes fatores que garantirão o funcionamento de seu governo. Primeiramente as conquistas, que hoje não é necessariamente territorial, mas sim do povo.

A força de um Príncipe se nota pelo amor e carisma que nutre pelo seu povo. Podemos considerar o povo como o maior elemento de defesa do Estado. Portanto, é impossível governar sem sua amizade. Caso isso não seja possível, pelo menos o seu apoio. Porque independente de fazer-se amado ou temido, o príncipe nunca deve ser odiado pelo povo. Isto é observado quando o príncipe necessita deste. Pois justamente quando o Estado necessita de seus cidadãos, encontra poucos. É fácil persuadir o povo, difícil é mate-lo persuadido. Concluindo assim que é no povo que o governante encontra a manutenção, as colunas de seu poder.

Os meios de conquistas não são muito importantes. Pois atualmente são poucos os embates armados, e não possuem fins territoriais, mas sim econômico e políticos. Onde não envolvem exércitos e fortificações, mas sim especulações e protecionismo.

Apesar de cinco séculos terem se passado os preceitos descritos por Maquiavel ainda valem. Sua visão é altamente moderna, porque somente houve a transferência do poder do príncipe, de um único ser, para o Estado, que é o ápice atingido pela organização entre os homens. Não obstante as grandes mudanças ocorridas com os sistemas de organização dos atuais Estados uma coisa é certa: um bom Governo só é possível com um bom governante.

Autor: Lucas Candéo Iurk

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