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RAÍZES DA AUTOESTIMA

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Raízes da auto estima.
Auto estima pode ser conceituada como a experiência de ser competente para lidar com os desafios básicos da vida e de sentir-se merecedor de felicidade. É a confiança em na própria capacidade de aprender, tomar decisões, fazer escolhas apropriadas na vida. Alguns pontos são essenciais para construir a auto estima:
Viver conscientemente: Os pais devem estar atentos à necessidade de aturarem de modo a mostrar para os filhos que respeitam os fatos, são abertos ao feed back, ou seja, á prática de ouvir críticas e refletir sobre elas. Assim despertam os filhos para a importância de compreender não apenas o mundo à sua volta, mas também nosso mundo interior, despertando para a necessidade da determinação para enfrentar a realidade, ainda que seja desagradável.
A auto aceitação:
É a disposição para admitir, experimentar a assumir a responsabilidade por pensamentos, sentimentos e ações, sem fugir, negar ou repudiar, permitindo-se avaliar novos conceitos, vivenciar emoções e ações sem apreciar, julgar ou justificar. A auto aceitação evita que a pessoa se comporte como se estivesse sendo julgada, agindo sempre na defensiva.
O senso de responsabilidade.
Consiste em perceber que somos autores de nossas escolhas e ações. Cada um de nós é responsável pela própria vida, pelo próprio bem estar e pela realização de nossas metas. Para atingi-las, precisamos da cooperação de outras pessoas. Em lugar da pergunta “de quem é a culpa” é melhor dizer “o que precisa ser feito”.
A conduta afirmativa.
O primeiro passo para a postura afirmativa e respeitar os próprios valores e os das outras pessoas, recusando-se a camuflar a realidade. É estar disposto a defender a si mesmo e suas idéias de forma apropriada e em circunstâncias apropriadas. Os pais que mostram esta conduta ajudam os filhos a serem mais afirmativos e responsáveis pelas suas escolhas.
A prática de estabelecer objetivos.
Consiste em tomar providências necessárias para concretizar os objetivos, organizar o comportamento em função desses objetivos, monitorar as ações para garantir que se está no caminho certo, prestando atenção ao resultado para saber se será preciso recomeçar, redirecionar. Esta prática desenvolve nos filhos a iniciativa e a autodisciplina.
A integridade pessoal.
Dizer a verdade, honrar nossos compromissos e servir de exemplo dos valores que declaramos admirar é a melhor maneira de estimular a integridade pessoal nos nossos filhos. Tratar o outro de maneira justa e bondosa assegura uma vivência baseada em valores e princípios. O melhor exemplo de integridade é mostrar coerência entre o que se fala e o que se faz…
Os pais raramente percebem quanto a sua índole influi em quase todos os aspectos da criação dos filhos. As facetas mais insignificantes de seu comportamento são notadas e registradas. Quando ele trata o outro com respeito, transmite coerência, mostra que é confiável.
Quando os pais são atentos a sua auto estima, servem de exemplo aos filhos. Se os pais não transmitem confiança em si não podem inspirar isto nos filhos.
Por isto uma pergunta é inevitável: “será que o meu comportamento reflete os traços que desejo ver nos meus filhos?”
Aspectos relevantes no desenvolvimento da auto estima
Respeito
O tratamento respeitoso deve ser demonstrado através de ações concretas. Pais e filhos devem aprender a expressar idéias, a ouvir atentamente, a dizer de forma respeitosa e oportuna a maneira como um se sente em relação ao outro.
Responsabilidade por recursos
A maioria das pessoas ainda não aprendeu a valorizar os recursos disponíveis. Descuidam-se do meio ambiente, não sabem evitar desperdícios. É preciso construir na família o hábito de assumir responsabilidade e respeito pelos recursos. Afinal, tem sido muito difícil ganhar dinheiro. E é muito fácil gastá-lo. Em cenário de crescente desemprego, o respeito aos recursos torna-se um fator crítico.
Assumir riscos
Para apoiar a iniciativa de assumir riscos deve-se aceitar a inevitabilidade do erro. Pessoas de elevada auto-estima arriscam-se com mais facilidade que aquelas menos autoconfiantes. Em muitas famílias prega-se que os filhos devem tomar iniciativas, mas se ocorrem erros ou fracassos o tratamento nem sempre é apoiador, estimulador da melhoria do desempenho.
Recompensa e reconhecimento
Uma das maneiras mais eficazes de inspirar as pessoas é o reconhecimento pelo que foi bem feito. Pais e filhos esperam uma recompensa material, mas também moral. Pessoas de baixa autoestima costumam achar difícil elogiar o sucesso dos outros: a inveja e o ressentimento impedem o reconhecimento. A família precisa ter como alicerce a estima mútua, traduzida pelo reconhecimento e a coragem de elogiar.
Relacionamento afetuoso
Tradicionalmente acreditava-se que o relacionamento afetuoso enfraquecia o exercício da autoridade. Relações de medo e desrespeito entre pais e filhos levam a impessoalidade do controle e à subserviência que deterioram com a autoestima. Quando as relações são autênticas, ouvimos, respeitamos e apoiamos um ao outro, o que faz melhorar a motivação.
Os pais devem ser exemplo dos valores, de modo a inspirar o comportamento dos filhos. A descrença, a mentira, a grosseria e a ausência de dignidade não constróem uma base para sustentar relações respeitosas. A desconfiança decorre principalmente da distância entre o discurso e a ação.

Raízes da auto estima.Auto estima pode ser conceituada como a experiência de ser competente para lidar com os desafios básicos da vida e de sentir-se merecedor de felicidade. É a confiança em na própria capacidade de aprender, tomar decisões, fazer escolhas apropriadas na vida. Alguns pontos são essenciais para construir a auto estima: Viver conscientemente:

Os pais devem estar atentos à necessidade de aturarem de modo a mostrar para os filhos que respeitam os fatos, são abertos ao feed back, ou seja, á prática de ouvir críticas e refletir sobre elas. Assim despertam os filhos para a importância de compreender não apenas o mundo à sua volta, mas também nosso mundo interior, despertando para a necessidade da determinação para enfrentar a realidade, ainda que seja desagradável.

A auto aceitação:É a disposição para admitir, experimentar a assumir a responsabilidade por pensamentos, sentimentos e ações, sem fugir, negar ou repudiar, permitindo-se avaliar novos conceitos, vivenciar emoções e ações sem apreciar, julgar ou justificar.

A auto aceitação evita que a pessoa se comporte como se estivesse sendo julgada, agindo sempre na defensiva.

O senso de responsabilidade.

Consiste em perceber que somos autores de nossas escolhas e ações

. Cada um de nós é responsável pela própria vida, pelo próprio bem estar e pela realização de nossas metas.

Para atingi-las, precisamos da cooperação de outras pessoas.

Em lugar da pergunta “de quem é a culpa” é melhor dizer “o que precisa ser feito”.

A conduta afirmativa.

O primeiro passo para a postura afirmativa e respeitar os próprios valores e os das outras pessoas, recusando-se a camuflar a realidade. É estar disposto a defender a si mesmo e suas idéias de forma apropriada e em circunstâncias apropriadas.

Os pais que mostram esta conduta ajudam os filhos a serem mais afirmativos e responsáveis pelas suas escolhas.

A prática de estabelecer objetivos.Consiste em tomar providências necessárias para concretizar os objetivos, organizar o comportamento em função desses objetivos, monitorar as ações para garantir que se está no caminho certo, prestando atenção ao resultado para saber se será preciso recomeçar, redirecionar.

Esta prática desenvolve nos filhos a iniciativa e a autodisciplina.

A integridade pessoal.Dizer a verdade, honrar nossos compromissos e servir de exemplo dos valores que declaramos admirar é a melhor maneira de estimular a integridade pessoal nos nossos filhos.

Tratar o outro de maneira justa e bondosa assegura uma vivência baseada em valores e princípios.

O melhor exemplo de integridade é mostrar coerência entre o que se fala e o que se faz…

Os pais raramente percebem quanto a sua índole influi em quase todos os aspectos da criação dos filhos.

As facetas mais insignificantes de seu comportamento são notadas e registradas.

Quando ele trata o outro com respeito, transmite coerência, mostra que é confiável.

Quando os pais são atentos a sua auto estima, servem de exemplo aos filhos.

Se os pais não transmitem confiança em si não podem inspirar isto nos filhos.

Por isto uma pergunta é inevitável: “será que o meu comportamento reflete os traços que desejo ver nos meus filhos?

Aspectos relevantes no desenvolvimento da auto estima

RespeitoO tratamento respeitoso deve ser demonstrado através de ações concretas. Pais e filhos devem aprender a expressar idéias, a ouvir atentamente, a dizer de forma respeitosa e oportuna a maneira como um se sente em relação ao outro.

Responsabilidade por recursosA maioria das pessoas ainda não aprendeu a valorizar os recursos disponíveis. Descuidam-se do meio ambiente, não sabem evitar desperdícios. É preciso construir na família o hábito de assumir responsabilidade e respeito pelos recursos. Afinal, tem sido muito difícil ganhar dinheiro. E é muito fácil gastá-lo. Em cenário de crescente desemprego, o respeito aos recursos torna-se um fator crítico.

Assumir riscosPara apoiar a iniciativa de assumir riscos deve-se aceitar a inevitabilidade do erro. Pessoas de elevada auto-estima arriscam-se com mais facilidade que aquelas menos autoconfiantes. Em muitas famílias prega-se que os filhos devem tomar iniciativas, mas se ocorrem erros ou fracassos o tratamento nem sempre é apoiador, estimulador da melhoria do desempenho.

Recompensa e reconhecimentoUma das maneiras mais eficazes de inspirar as pessoas é o reconhecimento pelo que foi bem feito. Pais e filhos esperam uma recompensa material, mas também moral. Pessoas de baixa autoestima costumam achar difícil elogiar o sucesso dos outros: a inveja e o ressentimento impedem o reconhecimento. A família precisa ter como alicerce a estima mútua, traduzida pelo reconhecimento e a coragem de elogiar.

Relacionamento afetuosoTradicionalmente acreditava-se que o relacionamento afetuoso enfraquecia o exercício da autoridade. Relações de medo e desrespeito entre pais e filhos levam a impessoalidade do controle e à subserviência que deterioram com a autoestima.

Quando as relações são autênticas, ouvimos, respeitamos e apoiamos um ao outro, o que faz melhorar a motivação.Os pais devem ser exemplo dos valores, de modo a inspirar o comportamento dos filhos. A descrença, a mentira, a grosseria e a ausência de dignidade não constróem uma base para sustentar relações respeitosas. A desconfiança decorre principalmente da distância entre o discurso e a ação.

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