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COMUNICAÇÃO VERBAL E NÃO-VERBAL

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QUAL É O FUTURO DO LIVRO?


Resumo

Este artigo visa a grande influência e as consequências da Internet no meio em que vivemos. A Internet é um sistema de dimensões gigantescas, que abrange todo o mundo e que tem potencialidades surpreendentes, como é o caso em que possivelmente a Internet substituirá os livros e as bibliotecas. Tudo o que indica, ela poderá, no futuro, substituir o nosso tradicional livro impresso pelo livro eletrônico, chamado de E-books. A vantagem de se acessar um livro virtual, seria a grande capacidade de recursos que ele oferece, satisfazendo a vontade do leitor onde ele estiver.


1. Introdução

Muito tem se discutido sobre a permanência e a funcionalidade do livro em meio aos veículos eletrônicos e das tecnologias. Com o computador e a Internet, a própria leitura mudou. Devemos, porém, admitir que o mundo das letras já não gravita apenas em torno de livros impressos, prontos e acabados.

Uma das vantagens dos livros comuns é a forma em que é utilizado e a praticidade de leitura, eles podem ser carregados em bolsas e bolsos, e lidos em qualquer lugar, mas nada disso tem de vantagem em relação ao livro eletrônico, pois eles têm a grande capacidade de armazenar dados com a facilidade de leitura.

Tanto os livros impressos e os livros eletrônicos tem funções especiais. Para colégios e faculdades que necessitam de fazer trabalhos os livros comuns são os mais usados, já aqueles que procuram fazem pesquisas de assuntos mais avançados os livros E-books são os mais indicados.

Daqui alguns anos, não será mais necessário virar páginas e em qualquer lugar poderá acessar pela rede para consultá-lo. Desse modo as pessoas não precisarão carregar uma cópia de um livro. Os usuários podem dispor ainda coleções de textos digitalizados, com downloads gratuitos de clássicos da literatura universal e obras de referência.

No Brasil, já existem importantes coleções eletrônicas, reunindo livros inteiros de Machado de Assis, Euclides da Cunha, José de Alencar, Lima Barreto, Joaquim Manuel de Macedo, Álvares de Azevedo, Aluísio Azevedo e Martins Pena, entre outros.

Até nos escritórios e consultórios, é difícil encontrar estantes de livros com diversos e mais variados assuntos, pois as pessoas preferem comodidade e praticidade, e um computador interligado com a Internet, tem tudo o que um médico e um advogado precisa ter sem a necessidade de perder muito tempo na procura de um determinado assunto.

Para eles convergem acervos documentais de bibliotecas eletrônicas, catálogos Internet, centros de pesquisas, guias de autores etc. Os bancos de dados compreendem listagens de sites, repositórios de artigos, periódicos, materiais iconográficos e sonoros, catálogos e listas de discussão.

As bases literárias estocam e disponibilizam grande volume de dados, classificados por autores, gêneros e atividades criativas (poesias, contos, romances, ensaios, resenhas, estudos críticos, biografias, hiperficção). Organizam-se em seções temáticas, links e mecanismos de buscas, agrupados a partir de campos geoculturais comuns.

Como está acontecendo com a música, vai acontecer com o cinema e irá também acontecer com o livro, será um produto cada vez mais copiado e menos comprado.

A mega-rede planetária integra-os com flexibilidade para enlaçar novos conteúdos e multiplicá-los em usos partilhados, através de bases de dados e publicações eletrônicas, em constantes mutações e acréscimos, abarcando períodos históricos, gêneros, movimentos e escolas.

Estamos presenciando uma convivência entre todos os meios de comunicação, já que muitos previram a extinção do teatro com o surgimento o cinema, como aconteceu com a fotografia, dizendo que iria substituir as artes plásticas e certamente o livro impresso não irá atingir o seu estado terminal.


2. conclusão

Se a tais evidências somarmos as vantagens propiciadas pela hipervelocidade da transmissão digital, o baixo custo de produção e a substancial autonomia de veiculação que a Internet possui frente à esfera da impressa, encontraremos pistas concretas para a febre literária virtual. Reconheço a força e a presença indispensável dos meios eletrônicos como instrumentos facilitadores do trabalho, da comunicação, entretenimento e educação.

Mas não creio que, em momento algum, eles substituirão o livro impresso em papel. Cada qual deverá interagir com seu meio, convivendo em harmonia e proporcionando a satisfação desejada por seus usuários. Como pessoas inteligentes que somos, certamente iremos nos interessar pelas comodidades tecnológicas, sem deixar de lado o prazer e a utilidade das coisas “antigas”.


3. referências

[1] www.mariopersona.com.br/fimdolivro.html

[2] www.epub.org.br/correio/cp000915i.html

[3] www.epub.org.br/correio/cp990806.html

[4] www.nrtejundiai.hpg.ig.com.br/nova_página_1.htm

[5] www.batina.com/moran/internet.htm

  • Instituição: CESUMAR
  • Autor: Luiz Flávio Bueno
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