Como se constrói a aprendizagem infantil?

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A passagem de atividades individuais a coletivas, em sala, só é feita sem problemas, de forma tranqüila, quando proporciona um clima favorável, se constrói um ambiente de confiança mútua em que a sensibilidade e a observação de todos aguçam, mantendo a unidade dialética indispensável.

Begler (1980:57), afirma:

“Ensino e aprendizagem constituem passos dialéticos inseparáveis, integrantes de um processo único em permanente movimento, porém não só pelo fato de que quando existe alguém que aprende tem que haver outro que ensina, como também em virtude do princípio segundo o qual não se pode ensinar corretamente enquanto não se aprende e durante apropria tarefa de ensino”. (Begler, 1980, p.57).

Somente a “paixão de ensinar” demonstrada pelo professor pode conduzir o aluno à “paixão de aprender” na sala de aula. É necessário que o professor ressalte os traços positivos, valorizando a parcela de contribuição de cada aluno, por menor que seja, para o sucesso da proposta, da tarefa realizada.

“Quando na prática pedagógica, deparamos com um aluno com um conjunto de dificuldades de aprendizagem que foi gerado em seqüência de insucessos, precisamos detectar as características emocionais, as expectativas e exigências da sociedade e da vida escolar anterior e atual do estudante. Para ajudar o aluno, busca-se montar ou reconstituir a história de todo um processo de desenvolvimento para, através de sua gênese e evolução, compreender melhor o momento atual”.

(Carvalho, 2001, p. 21).

Considerações Finais

Uma boa escola deveria ser estimulante para o aprender, e o professor deveria melhorar as condições de ensino para o crescimento constante do processo ensino-aprendizagem, prevenindo assim, dificuldades na produção escolar. Deveria também, fornecer meios, dentro da escola, para que o aluno possa superar dificuldades na busca de conhecimentos anteriores ao seu ingresso na escola. E por fim contribuir para o não agravamento dos problemas de aprendizagem nascidos ao longo da história pessoal do aluno e de sua família.

Referências Bibliográficas

BLEGER, José. “Grupos operativos no ensino”: em temas de psicologia. São Paulo: Martins Fontes, 1980;

CARVALHO, Sumaya Persona de. Dificuldades na Aprendizagem? Em Investigação Avaliativa em Psicopedagogia. Curso de Pós-graduação em Psicopedagogia. Várzea Grande – MT, 2001;

PATTO, Maria Helena S. Introdução à psicologia escolar. São Paulo: T. A. Queiroz, 1982;

Autoras: Lidia, Jusilene, Marilene

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