fbpx

AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL

Leia livros sobre este assunto

AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL

INTRODUÇÃO

Sabe-se que o professor é um elemento muito importante no processo de aprendizagem. Suas intenções podem induzir o aluno a apenas seguir quaisquer regras sem o menor senso crítico, ou levá-lo a vários questionamentos que garantam o processo transformador na aprendizagem.

Segundo Faraco (1993), esta situação concreta, que é deficiência do aluno na produção de texto, é que me faz refletir sobre qual a forma ou método que poderão ser utilizados pelo professor para despertar no aluno o gosto de redigir. A intenção deste estudo é tirar dele a idéia de que escrever é muito difícil, e fazê-lo perder aquela “herança” deixada pelo ensino tradicional, com exercícios mecânicos e enfadonhos, os quais não dão margem ao aluno desenvolver a sua criatividade, o seu raciocínio, a sua própria linguagem oral e escrita.

A linguagem é entendida como um produto humano necessário para a comunicação e interação dos homens, para a modificação, para a criação de motivos e necessidade que levem as novas produções. A linguagem é ainda uma criação humana, uma produção coletiva. Portanto, o aluno tem a necessidade de desenvolvê-la, pois a mesma repercute decisivamente na expansão de sua capacidade mental, somente assim o aluno pode passar por uma nova forma de aprender a realidade.

É fundamental o professor querer que a sua prática de ensino seja uma arte logo ele deve lembrar que não é o número de boas idéias que transforma seu trabalho em arte, porém a seleção, o equilíbrio e transformação dessas idéias.Não se deve acumular boas idéias de ensino dentro da sala de aula, é necessário que o professor extraia de dentro de si tudo o que sabe, sente e crê, a fim de criar algo bonito. Para ensinar bem, é necessário um senso daquilo que é essencial.

Se a linguagem é o reflexo de tudo que vemos, ouvimos, lemos, falamos como um aluno que apenas decora pode se relacionar com outras pessoas?Porque cada momento de nossa vida é uma situação diferente. Estamos em constante contato com pessoas diferentes. Sabe-se que ninguém pensa igual, fala igual, porque a linguagem é heterogênea. O aluno, sem duvida, deve ter consciência disso. E quem o conscientiza é o professor que, ao ensinar a língua portuguesa, deve estar ciente “do que vai ensinar como ensinar e para que ensinar”.

Por isso é importante fazer o aluno perceber o valor efetivo da palavra, entender que nenhuma palavra é vazia, e assim repleta de conteúdo e vivência.

Segundo Bakhtin (1979):

“… toda palavra serve de expressão de um em relação ao outro. Através da palavra, defino-me em relação ao outro, isto é, em ultima análise em relação à coletividade”.

(BAKHTIN, 1981 p.113).

A linguagem tem, assim, como característica, proceder de alguém e dirigir ao outro numa situação social concreta fazem parte os interlocutores. Deve-se considerar, ainda, que a linguagem é constituída de componentes inter-relacionada e assim, realizada e apreendida em sua totalidade em um meio social organizado.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁICAS

FARACO, Ramos Luzia Ensino de 1ª Grau S.P: Ática 1993.

BAKHTIN, Mikhail. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1979._________Estética da criação verbal. São Paulo: Marins Fontes, 1997.

Autora: Maria Rodrigues Bento

O que você achou do texto acima? Gostou? Acha que pode ser útil pra mais alguém?

Se sim, eu gostaria de te pedir encarecidamente que compartilhasse, além de transmitir a informação, você ajuda no crescimento do nosso site! 😘

Kit Acelera ABC

Comentários

É muito importante saber a sua opinião. Adoramos quando você comenta, pois assim sabemos quais os rumos que devemos seguir através dos nossos artigos. Tudo o que você sugere ou comenta é avaliado para somar ao conteúdo que desenvolvemos.

Deixe uma opinião sobre o que achou do texto acima.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saiu artigo novo! em 24/05/2020
Cartilha Infantil Cartilhas: das Cartas aos Livros de Alfabetização