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AFINAL, O QUE É LIXO?

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DEFINIÇÃO

Chamamos de lixo tudo aquilo que não nos serve mais e jogamos fora. Os dicionários de língua portuguesa definem a palavra como sendo: coisas inúteis, imprestáveis, velhas, sem valor; aquilo que se varre para tornar limpa uma casa ou uma cidade; entulho; qualquer material produzido pelo homem que perde a utilidade e é descartado.

Você já parou pra pensar que muito do que jogamos fora e consideramos sem valor pode ser aproveitado por outras pessoas?

Ué, mas se serve pra outras pessoas então não é lixo!

É isso aí, tá na hora de revermos o significado dessa palavra!

Facilite o seu trabalho!

Que tal “tudo aquilo que foi descartado e que, após determinado processo, pode ser útil e aproveitado pelo homem”?

Os materiais que ainda podem ser usados para outros fins mesmo depois de serem descartados, passarão a ser chamados de MATERIAIS REAPROVEITÁVEIS; já aqueles materiais que precisam ser descartados, mas após sofrerem transformações podem novamente ser usados pelo homem passarão a se chamar MATERIAIS RECICLÁVEIS!!!

Por exemplo: aquela famosa poltrona feita de garrafas do tipo PET é um reaproveitamento. Por outro lado a transformação química e física da garrafa PET em fibras de poliéster para a fabricação de tecido para roupas é um processo de reciclagem .

 

DICAS DE COLETA SELETIVA

 

O processo de reciclagem é composto de várias fases, porém sua realização depende de uma ação fundamental: a separação prévia dos materiais.

Esse é só o começo do que chamamos de coleta seletiva. Trata-se da separação e recolhimento, desde a origem, dos materiais potencialmente recicláveis.

IMPORTANTE: 


A informação é a base da realização da coleta seletiva; o que inclui a educação de TODOS os participantes. Em caso de condomínios, é imprescindível a participação dos porteiros, zeladores, pessoal da administração e empregadas domésticas. Da mesma forma, nas escolas precisam estar envolvidos alunos, professores e demais funcionários.

Como separar

Para a separação do material, basta ter em casa dois recipientes: um para o lixo úmido e rejeitos a serem recolhidos pela Companhia de Limpeza da Cidade e outro recipiente para o reciclável a ser coletado por uma cooperativa ou empresa: plástico, metal, vidro e papel, todos devidamente lavados e/ou limpos e secos.

No caso de condomínios, escolas ou empresas, pode-se aumentar o número de recipientes destinados à coleta seletiva, identificando-os por cores e tipos de material:

PAPELVIDROMETALPLÁSTICOORGÂNICOREJEITO
  • Azul – Papel;
  • Verde – Vidro;
  • Amarelo – Metal (alumínio e metais ferrosos);
  • Vermelho – plástico;
  • Marrom – Orgânico (restos de alimentos ou podas de árvores que podem ser transformados em adubo);
  • Cinza – Rejeito (material sujo e/ou que não serve para a reciclagem).

É importante estabelecer um local prático e de fácil acesso para a colocação desses recipientes.

O que separar

Alguns produtos e embalagens recicláveis já possuem o símbolo de reciclagem para facilitar na hora de saber o que vai ou não para a coleta seletiva:

Importante: mesmo que o produto não contenha o símbolo de reciclagem ele pode ser reciclável.

É importante saber que tipos de material estarão sendo recolhidos e encaminhados, qual a forma de armazenamento e qual a quantidade mínima a ser destinada à cooperativa/empresa. Pode-se começar com apenas alguns tipos de materiais e ampliar gradativamente.

Quem irá receber e para onde vão os materiais

Algumas cidades do Brasil já possuem programa de coleta seletiva organizado, neste caso contate a prefeitura e combine horário e frequência de coleta.

Porém, a maioria dos municípios não dispõe de um sistema de coleta seletiva, neste caso procure saber se existe na região grupos de catadores, sucateiros, ferros-velhos, ou iniciativas comunitárias e de organizações não-governamentais que coletem materiais recicláveis.

Visite a seção Quem recebe recicláveis e procure o grupo mais próximo de você.

O material separado, no entanto, o retorno financeiro nem sempre é expressivo. Sugere-se até, em alguns casos, doação ou utilização da verba arrecadada para complementação de festas de fim de ano etc.

Vale ressaltar que os resultados mais relevantes de um processo de coleta seletiva são o combate ao desperdício e a preservação ambiental. O retorno econômico e o compromisso social podem ser somados aos benefícios alcançados.

Ao ser entregue aos catadores, o material separado é levado para um depósito onde ele é triado, prensado e enfardado com o auxílio de prensas hidráulicas. Desse modo o volume de material é reduzido, otimizando o uso do espaço e facilitando a organização. Os fardos separados por tipo de material são vendidos para os grandes sucateiros ou aparistas, que por sua vez vendem para as indústrias recicladoras.

RESUMINDO:
Antes de iniciar uma coleta seletiva faça um estudo do espaço, do material, do perfil dos funcionários / condôminos / alunos, de quem irá receber o material etc. Com base nas informações obtidas defina o sistema a ser implantado, dando atenção especial à sensibilização das pessoas envolvidas, local de armazenamento, frequência de coleta e divulgação dos resultados.

 

 

 

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Saiu artigo novo! em 24/05/2020
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