fbpx

A AVENTURA DE NIESZTCHE PELO ROMANTISMO ALEMÃO

Leia livros sobre este assunto

A Aventura de Nietzsche pelo Romantismo Alemão


Introdução

Falar sobre Friedrich Nietzsche (1844-1900) é uma tarefa assustadora e, ao mesmo tempo, instigante. Analisar o trabalho deste filósofo alemão é mergulhar num labirinto de pensamentos que nos atrai para, ao que parece à primeira vista, um poço sem limites. No entanto, é dentro desta tarefa recompensadora e ao mesmo tempo árdua (aqui poderia dizer que já neste esforço aparece pela primeira vez as manifestações dionisíacas e apolíneas) que vou me debruçar.

Nietzsche em seu delírio filosófico, nos mostra como se construiu a cultura ocidental, analisando a arte dos gregos que, para ele, se manifesta através dos princípios apolíneo e dionisíaco. Nesta convulsão de pensamentos, Nietzsche demonstra como a cultura ocidental tomou por base esta idéia e como ele próprio se viu envolvido com os idealistas do romantismo alemão, que por sua vez, têm por base, o pensamento platônico (apolíneo) que se desencadeou no pensamento cristão de sua época.

A partir daí, Nietzsche se vira contra Sócrates e, acredita, em um primeiro momento, que a arte realmente se eleva em um pensamento puro inalcançável pelo homem e se manifesta, na realidade, como uma cópia imperfeita deste pensamento. Aqui, demonstra Nietzsche, o idealismo de Platão contra o racionalismo de Sócrates que buscava, então, uma razão para a arte grega. Para a tragédia.

Apesar desta primeira aproximação, o filósofo alemão entra em choque mais tarde, porém, com este romantismo alemão e passa a atacá-lo com todas as suas forças. O romantismo passou de um caso de amor ao de desafeto. Nietzsche compreendera que a realidade, a vida, só vale a pena enquanto é vivida. Ele passa a acreditar que o real pode ser demonstrado através da força dionisíaca.

Aqui, tentarei demonstrar como Nietzsche se viu às voltas com o romantismo alemão e como ele se viu afastado desta corrente de pensamento. Para tanto, mergulharei no olho do furacão e, com espírito investigador, tentarei desvendar a força dionisíaca que sai de seus pensamentos. Buscarei alcançar a plenitude da melodia que ecoa de suas palavras e as beberei como um bêbado que não desiste de um último gole. Assim, acredito eu, estarei um pouco mais próximo do pensamento deste frenético arauto que se chama Friedrich Nietzsche.

Os princípios Apolíneo e Dionisíaco

É através de Apolo (Deus das artes e da adivinhação, que personificava o Sol) e Dionisio (Deus da alegria e do vinho, também chamado de Baco pelos romanos) que Nietzsche descreve a maneira pelo qual compreendia a arte dos gregos. Para ele, esta era demonstrada em sua perfeição através dos sonhos que mostravam ao artista as imagens divinas e belas. Para alcançar tal estado, no entanto, o homem se utilizaria de uma potência, o princípio de individuação, que o colocaria em contato com este mundo de aparências divinas e fruto gerador das obras dos mais diversos artistas.

Desta forma, o homem grego, o artista grego, passa a considerar que existe uma realidade oculta para nós que vai além da nossa realidade visível. Esta realidade é demonstrada pelo princípio apolíneo, do sonho, que seria o fruto gerador da “verdadeira” vida. E, “a partir dessas imagens interpreta a vida e com base nessas ocorrências exercita-se para a vida” . Segundo ele, esta experiência do artista o leva a um profundo estado de prazer. Para ele, o olhar de Apolo deve ser aquele solar que, mesmo mirando sobre o colérico e o mal humorado, não deixa de admitir a bela aparência.

Para apreciar esta realidade apolínea, o homem deve estar centrado no princípio de individuação que em Apolo demonstra a mais sublime expressão e, segundo Nietzsche, nos daria o maior prazer e sabedoria da aparência e sua beleza. Para ele, como dissemos anteriormente, o princípio apolíneo é o que demonstra a verdadeira vida que, interpreta Nietzsche, nos gregos é ligada ao tempo, a perenidade. Para os gregos, a vida se perpetua na memória. Eis o drama da tragédia grega que será demonstrada em concatenação com a manifestação dionisíaca.

O princípio dionisíaco era interpretado como se fora uma embriaguez manifesta daquele mundo belo e divino de Apolo. A ruptura do princípio de individuação, entretanto, que nos leva ao fundo mais íntimo do homem, nos mostra a essência do dionisíaco, que está quase sempre ligada a beberagem e as festas realizadas pelos povos na antiguidade, onde “o subjetivo se esvanece em completo auto-esquecimento”

Desta forma, a natureza mostra-se alegre e passa a festejar a volta daquele que havia se perdido. O seu filho. O homem. É assim que ele celebra a vida. A forma imperfeita, o que em Apolo é o perfeito. “Agora, graças ao evangelho da harmonia universal, cada qual se sente não só unificado, conciliado, fundido com o seu próximo, mas um só, como se o véu de Maia tivesse sido rasgado e, reduzido a tiras, esvoaçasse diante do misterioso Uno-primordial”.

Esta arte dionisíaca, porém, não leva, segundo Nietzsche, em consideração o homem podendo, inclusive, vir a destruí-lo ou libertá-lo. É neste movimento de interpenetração e interação entre o divino Apolo e a volúpia e a crueldade de Dionisio, que se me afigura o desenlace da tragédia grega. Desta forma de representação entre o Divino e seu correspondente “real” que devemos buscar o entendimento da tragédia.

Para situar melhor a disposição em que a arte grega se via neste movimento contínuo-descontínuo da vida, de Apolo e Dionisio, consideremos que a escultura é demonstrada como a arte apolínea pois, como vimos, a perenidade é que se configura como o ideal grego, enquanto a música, que nunca poderá ser repetida em mais de uma execução, é demonstrada como o princípio dionisíaco, que está diretamente ligada ao movimento.

Seguindo os preceitos de Platão, para os gregos o ser das coisas está no mundo das idéias. Aqui, a transcendência se opõe a imanência. E esta era a busca dos heróis. Através da influência socrática, no entanto, Platão passa a considerar que a arte trágica não diz a verdade. Segundo Nietzsche, Platão precisou criar uma nova arte para, então, dar conta da verdade das coisas. Criou, então, o romance.

Para Nietzsche, porém, Sócrates ao morrer se fez demonstrar que estava correto em sua busca de ciência. Para o filósofo alemão, no entanto, Sócrates deveria Ter sido banido. Ao morrer, Sócrates fez “aparecer a existência como compreensível e, portanto, como justificada: para o que, sem dúvida, se as fundamentações não bastarem, há também de servir, no fim de contas, o mito, o qual acabo de designar como a consequência necessária e, mais ainda, como o propósito da ciência”

O Romantismo Alemão

O Romantismo alemão, surge no século XIX, em oposição clara ao Aufklärung, ou seja, o “iluminismo” alemão. Para se contrapor a este modelo francês, os artistas alemães decidiram criar um movimento que reacendesse o espírito de nação em uma Alemanha pre´-matura. Foi assim que os jovens artistas alemães passaram a defender a supremacia do sentimento em resposta ao primado da razão. A crença fundamental destes jovens artistas era de que a arte revela uma verdade mais profunda do que a razão pode revelar.

O Romantismo, tornou-se assim, uma espécie de nostalgia da natureza perdida com o advento da razão. O movimento teve início com o Sturm und Drang, que na tradução seria “Tempestade e ímpeto”. A idéia aqui corresponde a uma verdade absoluta que não seria alcançada pelo homem, ou seja, embora fizesse sua arte revelar tal estado, o homem nunca seria capaz de atingí-la em sua plenitude. Para estes jovens poetas alemães, a transcendência é que determinaria o Absoluto, ou seja, Deus. Tornou-se corrente, então, entre os adeptos desta nova linha de pensamento, uma corrida em busca do Absoluto. No entanto, o máximo que conseguiam, diziam os românticos, era expressá-lo.

Um dos incentivadores desta nova corrente seria Kant, que limitou a razão pura. Aí, ao limitar a razão pura, Kant limitou também a liberdade, por um aspecto moral. Somente por uma exigência moral, e não racional, eu chego a liberdade, a Deus. Esta limitação, no entanto, dava lugar a fé que seria o caminho pelo qual eu chegaria a este Deus. Entre seus seguidores, estava Hölderlin que admitia que “Como manifestação da physis, dessa natureza criadora, o homem é infinito, mas, individualizado, é finito e ilimitado por outras existências”.

A paronimia aqui é esboçada em relação a Deus. Para ele, todos os seres são derivações de Deus, desta natureza unificada e criadora. Ao contrário do que dizia Espinosa, no entanto, outra fonte de inspiração dos românticos, que afirmava que não existe separação existencial, existe uma só substância. Aqui, os românticos não fizeram uma leitura correta do pensamento de Espinosa que, apesar disto, serviu de inspiração para estes jovens poetas do movimento do Romantismo alemão.

Diz ainda Hölderlin que “o eterno encarna-se no tempo, mas a temporalidade limita e produz a dor e o dilaceramento”

Outro romântico que buscava o Absoluto, foi Schelling que defendia a união dos pensamentos de Fichte, que pregava a existência do eu livre, que se põe como absoluto na medida que todo o objeto se coloca a partir dele, com o pensamento de Espinosa que fundamentava sua teoria na existência de uma única substância. A busca de Schelling, assim como a de outros românticos, era de explicar uma totalidade orgânica. Para ele, é preciso construir a unidade sujeito-objeto. Aqui já se esboça os primeiros indícios de uma filosofia que viria a ser formulada posteriormente por Hegel, ou seja, “a auto-posição do eu, que se conhece a si própria como auto-consciência” .

Para Schelling, a filosofia transcendental e a filosofia da natureza seriam complementares, em busca de uma unidade que revelaria, em si, o absoluto.

Hegel viria a se juntar a este grupo posteriormente analisando o real como processo dentro de uma grande unidade. Aqui, as diferenças se põem em constante movimento e nos dão a real noção da unidade que ele acreditava existir. Na Fenomenologia do Espírito, Hegel tenta demonstrar que “as etapas pelas quais a consciência, que inicialmente apreende o mundo, encontra a si mesma nesse processo de apreensão e, revelando-se na especificidade dessa relação, reencontra-se na totalidade, que abarca tanto o sujeito como o objeto”

Para Hegel, a consciência ao realizar a trajetória em busca do conhecimento, se encontraria a si própria e, assim, atingiria o Absoluto. Este movimento dialético era apreendido através da história e seu desenrolar. Ao completar o percurso em busca do Absoluto, a consciência retornaria e começaria a trajetória novamente, em um eterno devir.

Separação de Nietzsche do Romantismo alemão

O caso de amor de Friedrich Nietzsche não foi eterno. O filósofo advertira aos seus conterrâneaos a morte de Deus. Isto decretaria o rompimento do seu pensamento com os pensadores do Romantismo alemão. Para ele, na consciência do europeu no final do século XIX já se configura a morte de Deus . Ou seja a desvalorização dos valores morais, o fim do Deus cristão e de tudo aquilo que ele representava. A morte de Deus, no entanto, é o “fim do mundo-verdade, ou seja, o fim do platonismo”

A doutrina platônica, aquela que previa um mundo ideal no mundo das idéias, serviu para pontuar um conceito de verdade absoluta esta que não seria alcançada pelo homem. Esta verdade estava além do mundo das aparências. O espírito puro, o Bem em si, ou seja, Deus. Para Nietzsche, Platão e todos os metafísicos inverteram o sentido da verdade e argumenta isto com a metáfora da mulher. Desta forma, ele decreta que a verdade deveria estar onde Platão não a via. “Na valorização positiva da aparência, dos véus, do disfarce, da sedução, das paixões, do corpo e do desejo” . Segundo a análise de Oswaldo Giacoia Júnior, isto sempre esteve ligado, no mundo ocidental, com o feminino, o perigoso, com a carne.

Ao rever a sua posição, Nietzsche revela a todos que a verdade deveria ser predominante no princípio dionisíaco, ao contrário do que afirmava anteriormente, quando acreditava que ela deveria pertencer ao princípio apolíneo. Com a morte de Deus, o filósofo alemão passa a encarar que não há apenas um caminho para se chegar a esta verdade. A verdade como realidade oculta se apresenta, então, como uma invenção platônica que dominou a cultura ocidental durante séculos e, agora, estava prestes a ruir com aquele que antes fora seu defensor.

Desta forma, Nietzsche aponta para que a verdade seja alcançada de muitas formas. Aqui, o filósofo alemão insere o conceito de perspectivismo, ou seja, diante de diversas perspectivas é que podemos nos encaminhar para aquilo que denominaremos verdade. Segundo Nietzsche, isto só ocorre porque não podemos desvincular o conhecimento de condicionamentos subjetivos. Ainda, nas palavras de Oswaldo Giacoia Júnior, “da incontornável particularidade dos interesses de manutenção e ampliação de posições alcançadas de força e poder”.

Assim, o perspectivismo vem trazer à tona todo este confronto de idéias que lutam entre si para demonstrarem que não devemos nos submeter a um único pensamento e tomá-lo como o único correto e desprezar os demais. É neste confronto de idéias que se ergue o mundo. Deste constante vir a ser de teorias que o mundo se revela desnudo. “O perspectivismo opõe, portanto, à imparcialidade de um conhecimento desinteressado a inexorabilidade das determinações históricas, sociais, culturais, psicofisiológicas e lingüísticas que condicionam o conhecer o julgar e o agir” .

Este novo Nietzsche, este novo pensar, vem em resposta a filosofia transcendental de Kant e do desenvolvimento do idealismo alemão. Assim, Nietzsche resolve questionar as categorias kantianas e a verdade eterna. Para ele, nenhuma verdade eterna, nenhuma categoria, poderá por fim aos constantes conflitos de idéias que visam buscar o conhecimento da realidade e de tudo que nos cerca.

Este modo de ver o mundo, o perspectivismo, vem calcada sobre aquilo que em Nietzsche é considerado Vontade de Poder. “A vontade de poder deve ser entendida como o elemento fundamental da realidade, pois tudo aquilo que sucede no universo pode e deve ser explicado a partir de alianças e oposições entre forças, com vistas a manutenção e incremento de formas organizadas de relações de poder”.

É neste jogo de forças que o mundo vai se revelando para nós. Agora ele não é mais algo oculto que só pode ser contemplado, mas sim algo que pode ser alcançado e explicado pelo homem. Como poderíamos descrevê-lo se a verdade estaria oculta a nós? Aqui, Nietzsche rompe com toda a tradição metafísica e revela a todos, a morte de Deus. Esta vontade de poder, está, no entanto, intrinsicamente relacionada a formas de dominação e sujeição.

Esta vontade de poder só pode ser utilizada no confronto de uma força (de pensamento) com outras forças.

Assim o mundo revela-se constante, dinâmico, e não estático como queria Platão e os demais metafísicos. Não devemos imaginar, entretanto, que estas forças estejam somente em oposição umas as outras. Elas também se unem, quando vislumbrarem pontos de concordâncias e se separam daquelas que não apresentarem tais pontos.

A dissolução do valor absoluto da verdade ao invés de nos levar a ruínas, ao contrário, nos revelou que o mundo pode ser melhor vivido sem este peso que recaía sobre as costas daqueles que ousassem fugir a tal sistema e daqueles que não desejavam viver para o intelígivel, mas sim a sua própria vida. Desta forma, Nietzsche nos apresenta uma filosofia para a vida ao declarar que estamos num turbilhão de idéias em confronto que buscam, entre si, desvelar este mundo que durante muito tempo ficou a sombra do Absoluto da metafísica.

A transvaloração , “consiste em levar nossa tradição à sua plenitude, extraindo a derradeira consequência da lógica de seus próprios valores. Ao fazê-lo, ele a conduz à sua catástrofe – isto é, a sua auto-superação”

Conclusão

Como tentei demonstrar neste trabalho, Nietzsche em um primeiro momento, flerta com o romantismo alemão e acredita em uma verdade que estaria fora da esfera do sensível. Para tanto, ele recorre aos gregos e, na figura dos deuses Apolo e Dionísio, defende esta sua crença. O filósofo acreditava que a verdadeira vida estava situada no princípio apolíneo e não no dionisíaco.

Nietzsche, porém, retoma as rédeas do seu “sofrimento” e recoloca a sua filosofia em uma nova posição. Para ele, em um segundo momento, a vida realmente verdadeira, se situava dentro de um contexto do princípio dionísiaco. Segundo o pensador alemão, a vida só valeria a pena se fosse realmente vivida, ao contrário do que a tradição metafísica pregava de uma certa resignação diante deste mundo para que se alcançasse uma vida melhor em outra esfera.

O romantismo alemão revelou grandes nomes, não nego. Mas quando se ouve as palavras de Nietzsche, que soa como música aos ouvidos mais atentos, não temos dúvidas de que esta esfera metafísica serve, dentro de uma visão perspectiva, como um certo poder de dominação. Uma força política utilizada pelo cristianismo para coibir o conflito necessário nesse jogo da vida. Nietzsche neste caso, então, aparece como o libertário que nos salva de toda e qualquer corrente única de pensamento.

Ao demonstrar esta força, Nietzsche nos expõe ao princípio dionísiaco, manifestando em si o princípio apolíneo (do sonho, das imagens), e nos mostra que o mundo é o vir a ser constante e dinâmico. O arauto da liberdade nos invade e nos arremessa contra a verdade desvelada do real, do feminino. Nietzsche não deseja nada para além do mundo sensível. Ciente de sua filosofia, ele exultava o caráter constante e criativo da vida. O amor fati.

Assim, devemos compreender a sua filosofia como uma tentativa de libertação de qualquer tipo de opressão, este movimento de disputa de forças que nos empurra para frente. Para o desvelamento do real. Assim, como um bêbado que bebe do seu último gole, devemos festejar a vida. Esta vida. Para além dela, só nos restará a lembrança de termos vivido bem esta nossa existência.

Bibliografia

  • Nietzsche, Friedrich. O Nascimento da Tragédia. Trad. J. Guinsburg São Paulo. Companhia das Letras. 1992
  • Nietzsche, Friedrich. Ecce Homo. Trad. José Marinho Lisboa. Oficinas de Guimarães. 1973
  • Junior, Oswaldo Giacoia. Nietzsche. São Paulo. Publifolha, 2000
  • Abrão, Bernadette Siqueira (org.). História da Filosofia. São Paulo Nova Cultural, 1999
  • Junior, Oswaldo Giacoia. Nietzsche – 100 anos. In Dossiê Cult

Autor: Edvaldo Nabuco

O que você achou do texto acima? Gostou? Acha que pode ser útil pra mais alguém?

Se sim, eu gostaria de te pedir encarecidamente que compartilhasse, além de transmitir a informação, você ajuda no crescimento do nosso site! 😘

Kit Acelera ABC

Comentários

É muito importante saber a sua opinião. Adoramos quando você comenta, pois assim sabemos quais os rumos que devemos seguir através dos nossos artigos. Tudo o que você sugere ou comenta é avaliado para somar ao conteúdo que desenvolvemos.

Deixe uma opinião sobre o que achou do texto acima.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saiu artigo novo! em 24/05/2020
Cartilha Infantil Cartilhas: das Cartas aos Livros de Alfabetização