ABORDAGEM TRADICIONAL

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MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: As abordagens do processo. Abordagem Tradicional São Paulo: EPU, 1986.119p.p.7-18

Palavras-Chave: Tradicional – Ensino-Aprendizagem – Professor – Ambiente – Tabula Rasa – Aluno = Receptor Passivo – Transmissão – Método Expositivo – Ambíguo


Resumo:

ABORDAGEM TRADICIONAL

A Abordagem Tradicional de ensino não é fundamentada em teorias empiricamente validadas, é fundamentada em uma pratica educativa e na sua transmissão no decorrer dos anos. Portanto trata-se de uma concepção e uma prática educacionais que persistiram ao longo dos anos, em suas diferentes formas e que passaram a fornecer um quadro referencial para todas as demais abordagens que a ela se seguiram.

Ë caracterizada por ser muito rígida e centrada no professor onde o aluno apenas escuta as prescrições que lhes são fornecidas por autoridades exteriores.

Na concepção tradicional, o homem é considerado como um homem acabado, “pronto” e o aluno um “adulto em miniatura” que precisa ser atualizado.

E um tipo de abordagem na qual os padrões são muito respeitados, o que é diferente é muito discriminado, por exemplo: não se aceitava que as crianças escrevessem com a mão esquerda, para se ter uma idéia da discriminação quem não escrevia com a mão direita era chamado de sinistro. Durante as aulas as carteiras deveriam estar sempre em perfeita ordem e bem alinhadas.

Homem: É um receptor passivo das informações que lhes são fornecidas, não tem o direito de se expressar. Para os tradicionalistas o homem é considerado como uma espécie de tabula rasa, na qual são expressas progressivamente, imagens e informações fornecidas pelo ambiente.

O homem era um mero receptáculo de informações.

Mundo: A realidade é algo que será transmitido ao indivíduo principalmente pelo processo de educação formal, além de outra agências, tais como família, Igreja. O mundo nesta abordagem é considerado externo ao individuo e este irá se apossando gradativamente de uma compreensão, a medida que se defronta com modelos.

Sociedade-Cultura: Os tipos de sociedade e de cultura podem ser os mais variados na utilização deste tipo de ensino. O objetivo de ensino geralmente está relacionado aos valores culturais da sociedade na qual está inserido. Sendo que os programas educacionais exprimem o nível cultural os quais se deve adquirir na trajetórias da educação formal.

Para facilitar o entendimento pode-se aplicar a expressão educação bancária, que foi proposta por Paulo Freire(1975), que é a tipologia que mais se aproxima do que se entende por ensino nesta abordagem), ou seja, uma educação que se caracteriza por “depositar” no aluno, conhecimentos, informações, dados, fatos, etc.

Pode-se afirmar também que as tendências englobadas por este tipo de abordagem possuem uma visão individualista do processo de educação, não propiciando ao indivíduo liberdade criação.

Conhecimento: Parte-se do pressuposto de que a inteligência, ou qualquer outro nome dado à atividade mental, seja uma faculdade capaz de acumular e armazenar informações. Evidenciasse o caráter cumulativo adquirido pelo individuo por meio de transmissão. Além disso existe uma preocupação com o passado que é tido como modelo a ser imitado como lição para o futuro.

Educação: A abordagem tradicional é caracterizada pela concepção de educação como um produto, já que os modelos a serem alcançados são pré-estabelecidos. Trata-se, da transmissão de idéias selecionadas e organizadas logicamente.

Este tipo de concepção de educação é encontrado em vários momentos da história permanecendo atualmente sob diferentes formas.

Escola: A ênfase é dada às situações em sala de aula, onde os alunos são “instruídos” e “ensinados” pelo professor.

A maioria das criticas feitas a esse tipo de ensino, é por causa da sua forma de intervenção onde somente o professor tem o direito de faze-la, limitando-se a fornecer receituários.

Professor-Aluno: O papel do professor é basicamente o de transmitir certos conteúdos que são predefinidos e constituem o próprio fim da existência escolar. Pede-se ao aluno a repetição automática dos dados que a escola forneceu ou a exploração intelectual dos mesmos. O professor exerce o papel mediador entre o aluno e os modelos culturais. Simplificando pode-se dizer que o professor é o agente e o aluno o ouvinte.

Metodologia: O professor já traz o conteúdo pronto e o aluno se limita passivamente à escutá-lo. A didática tradicional quase que poderia ser resumida em: “dar a lição” e “tomar a lição”.

A utilização freqüente do método expositivo, pelo professor, como forma de transmissão de conteúdo, faz com que muitos concebam o magistério como uma arte centrada no professor.

Avaliação: A avaliação é realizada predominantemente visando a exatidão da reprodução do conteúdo comunicado em sala de aula. Pode ser feita através de chamadas, exames, provas orais, exercícios, etc.

 

CONSIDERAÇÕES

O grupo se saiu muito bem na sua explanação do conteúdo, utilizando-se de uma didática eficiente, bem planejada e bem extrovertida. Na minha opinião todo conteúdo foi bem explorado e da melhor forma possível.

Autor: Thays Simoka

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